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Instituto Lapidare realiza Primeira pós-graduação em rejuvenescimento íntimo do mundo

O empoderamento, a independência e a longevidade maior das mulheres, além da evolução da tecnologia estão rompendo barreiras e tabus. É neste novo cenário que desponta o rejuvenescimento íntimo que tem como foco proporcionar melhoria da autoestima e da saúde femininas por meio de procedimentos estéticos e funcionais na região genital da mulher.

O mercado, que há cerca de cinco anos começou a crescer no Brasil, ganha cada vez mais adeptas. O país é o líder mundial em cirurgia íntima feminina, registrando 21 mil cirurgias por ano. Atualmente, com o avanço das técnicas e recursos, os procedimentos são menos invasivos, atraindo ainda mais pacientes.

Apesar da procura aumentar a cada ano, com destaque para os últimos dois, há até pouco tempo não existia no Brasil e no mundo uma qualificação específica para a área.  Realidade que mudou há três meses, desde o início da 1ª Pós-graduação em Rejuvenescimento Íntimo e Estética Genital, curso que chega para quebrar tabus e para transformar a história da Medicina brasileira e da vida de milhares de mulheres. 

Realizada pelo Lapidare – Instituto da Face – localizado em Balneário Camboriú, Santa Catarina, esta é a primeira qualificação do mundo voltada exclusivamente para a estética genital. Em um período de 18 meses, médicos de diversas regiões brasileiras serão os primeiros do país a ter capacitação exclusiva e de excelência, com amplo conhecimento teórico e prático.Com início em agosto de 2020, as aulas ocorrem de forma virtual e o ensinamento é aplicado em períodos de imersão realizados a cada três meses. Ao todo, a Pós-graduação reúne 37 alunos, entre dermatologistas e ginecologistas, de todas as partes do Brasil como Tocantis, Brasília, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, entre outros.

O início no Brasil

A área de rejuvenescimento íntimo é recente no Brasil e teve como uma das principais precursoras a dermatologista Dra. Ursula Metelmann, coordenadora da Pós-graduação em Rejuvenescimento Íntimo e Estética Genital, uma das primeiras profissionais do país a conhecer e reconhecer os resultados das ponteiras a laser para regeneração íntima. Os primeiros equipamentos que chegaram ao país há aproximadamente sete anos, importados inicialmente da Itália, impactaram os médicos, gerando resultados diferenciados no tratamento, especialmente, do envelhecimento da região genital. A tecnologia também surpreendeu a dermatologista Dra. Daniela Ribeiro, a segunda médica no Brasil a receber e testar a recém-lançada ponteira ginecológica.

Realizou a experiência em parceria com a ginecologista Dra. Kátia Beckhauser que atualmente está concluindo Doutorado na área de rejuvenescimento íntimo. Ambas também são coordenadoras da Pós-graduação realizada pelo Lapidare. Completam o time a Dra. Daniella Curi, ginecologista reconhecida pela aplicação de tratamentos inovadores e seguros que valorizem a beleza natural e a autoestima das mulheres, aliando a estética à saúde, e a Dra. Natasha Pinheiro Crepaldi, uma das pioneiras no país nesta área da estética. 

Para as profissionais, o crescimento da área e o rompimento de tabus, preconceitos e até mesmo o constrangimento das próprias mulheres sobre o assunto, devem-se a vários fatores como a evolução dos equipamentos, das técnicas, e da sociedade que está pronta para falar abertamente sobre sexualidade e intimidade.

Além destes, um dos motivos que mais está levando as mulheres aos consultórios são os “nudes”. Para a Dra. Ursula Metelmann, a partir do momento que começaram os envios de fotografias das regiões genitais, as mulheres passaram a se olhar e a identificar incômodos como a flacidez e escurecimento, o que é comum, especialmente, com o envelhecimento. “A mulher hoje vive mais, bem além dos 50 ou 60 anos de idade, mas a menopausa continua na mesma fase, o que gera uma falência ovariana entre os 45 a 55 anos. Há receptores de hormônio tanto no sistema urinário quanto vaginal e essa ausência causa flacidez, diminuição do fluxo sanguíneo, do colágeno e da elasticidade, o que reflete em ressecamento, flacidez e incontinência urinária”, explica a dermatologista Dra. Ursula Metelmann.

A falta de informação, de tratamentos e até o constrangimento faziam com que as mulheres não buscassem tratamento para essas complicações. No entanto, agora elas procuram ajuda seja onde for. Com clínicas referências em Blumenau e Itajaí, Santa Catarina, a Dra. Daniela Ribeiro, renomada na área, atende pacientes de todas as regiões do estado com problemas que afetam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida.

A quantidade de mulheres na menopausa que tem ressecamento vaginal é de 100% e que perde urina por esforço ou urgência chega a 60%. Situação que causa insegurança e incômodo. Até mesmo ao rir ou fazer atividade física a mulher pode perder urina. Na prática, mulheres acima de 30 anos já podem sofrer com este distúrbio. 

“Às vezes a mulher é bem-sucedida, mas urina e isso causa muita insegurança. Mas as pessoas não falavam sobre isso, e nem tinha onde procurar porque muitas das queixas não são cirúrgicas. A mulher atual quer viver a sua sexualidade, a sua saúde, e não aceita mais respostas como ‘não tem o que fazer”, como acontecia há até pouco tempo. Não é só questão de estética, é de funcionalidade e de qualidade de vida”, enfatiza a dermatologista Dra. Daniela Ribeiro.

Técnicas

Os procedimentos íntimos são variados, mas os mais comuns são o Laser que tem ação regenerativa, estimulando o colágeno na mucosa vaginal, devolvendo a elasticidade e a estrutura da região, o que elimina a flacidez e incontinência urinária.

Outro recurso muito utilizado é a Radiofrequência para melhoria de lubrificação e da qualidade sexual, para tratamento da atrofia vaginal, para perda da gordura do monte de vênus, preenchimentos e para flacidez de lábios

O período de tratamento varia de acordo com o caso, mas, em média, são necessárias seis sessões com duração de três meses.

Diferenciais da Pós-graduação em Rejuvenescimento Íntimo

Antes da criação da primeira Pós-graduação em Rejuvenescimento Íntimo, profissionais de todo o mundo com interesse na área buscavam capacitação por meio de cursos pockets que introduzem, mas não conseguem aprofundar o conhecimento. 

A Pós-graduação trabalha da anatomia à fisiologia, do nascimento da mulher até os tratamentos mais modernos que existem no mercado. O formato em EaD, com imersões presenciais, permite a participação de profissionais de todo o país.

É o caso da ginecologista e mastologista Dra. Luciana Miele, de Bento Gonçalves (RS), que optou pela Pós-graduação, entre outros, pelo formato de ensino à distância em que é possível conciliar as aulas com as longas jornadas de trabalho. Outro fator que levou a médica a se interessar pela área foi a busca por tratamentos para pacientes que tiveram câncer e que não podem utilizar recursos como reposição hormonal. 

“Eu ficava frustrada por não conseguir ajudar uma paciente com 35 anos de idade que teve câncer de mama aos 33 e que não conseguia mais ter penetração por causa da dor. E isso acontece com muitas mulheres, não apenas pelo câncer, mas por menopausa, cirurgias, contraindicações ao uso de hormônios. Esses casos me levaram a procurar novos métodos, tecnologia, inovação, e é isso que a Pós-graduação está trazendo”.

Formada há um ano e meio, a ginecologista Dra. Patrícia Barbosa, quer se tornar referência na área de rejuvenescimento íntimo e a Pós-graduação é fundamental para alcançar este objetivo. Atuando em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e também no interior de Santa Catarina, a médica atende, principalmente, pacientes mais jovens que têm como principais queixas hipertrofia de pequenos lábios, flacidez de grandes lábios, escurecimento genital. “A pós possibilita maior embasamento na área, mais autoridade para atuar e para ajudar as mulheres por meio da recuperação da autoconfiança, da sensualidade e do amor próprio’.

Para a coordenadora da Pós, Dra. Daniela Ribeiro, a qualificação vai contribuir para tornar os procedimentos mais acessíveis, para expandir as informações, gerando mais conhecimento para todos e diminuindo o constrangimento e a resistência, tanto das pacientes como dos próprios médicos e, principalmente, para transformar a vida de cada vez mais mulheres.

“Estamos oferecendo qualidade de vida para muitas pessoas. Quanto mais a gente fizer, mais profissionais qualificar, mais será disseminado, mais acessível vai se tornar, mais mulheres poderão fazer, e vamos tirar o paradigma de que não tem o que fazer. Porque agora tem”, comemora.

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