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NOVIDADE NO BRASIL – USO DE CADÁVERES FRESCOS É DIFERENCIAL NO ENSINO

Nem mesmo a crise econômica mundial conseguiu desacelerar o crescimento do mercado de estética. O avanço da ciência e da tecnologia e a diversidade de procedimentos provocaram uma verdadeira revolução na busca pela melhor aparência. Novas técnicas e maior demanda requerem dos médicos atualização e qualificação constantes. E para aprender é imprescindível praticar.

O Instituto Lapidare, em Balneário Camboriú, é um dos únicos centros médicos do Brasil a capacitar os profissionais por meio de simulações em condições “real life” para procedimentos estéticos invasivos na face. O Centro Anatômico oferece aos alunos a prática em cadáveres frescos, técnica inovadora e rara no Brasil.

A teoria aplicada em cadáveres Fresh Frozen Specimen promove um aprendizado diferenciado, extremamente superior a métodos comumente utilizados como o uso de manequins de silicone ou material sintético. O treinamento gera similaridade com a realidade que o profissional exercerá no paciente, possibilitando o domínio dos procedimentos e reduzindo a probabilidade de falhas, complicações e lesões.

Para o cirurgião-plástico, speaker do Instituto Lapidare, Dr. Kaung Hee Lee (CRMSC 8770), como nenhum procedimento é isento de riscos, aplicar o estudo em corpos preservados é um diferencial enorme para dar segurança aos profissionais de saúde. “Muitas vezes parece existir um abismo entre teoria e prática. Para suprir esta lacuna existe o Lapidare que oferece uma experiência pouco encontrada no Brasil, a aplicação dos estudos em cadáveres frescos”.

O método aplicado em países como os Estados Unidos consiste no congelamento do corpo logo após a morte. A legislação norte-americana permite que a doação ocorra após dois dias do óbito. No Brasil, por exemplo, os corpos de indigentes só podem ser utilizados para esta finalidade após 60 dias do falecimento, por isso é necessário importar os cadáveres.

A celeridade no congelamento após a morte possibilita a preservação das características do ser humano possibilitando que no processo de descongelamento cirúrgico a estrutura do cadáver permaneça praticamente inalterada, como se ainda estivesse vivo, chegando até mesmo a sangrar.

O que não é possível na aplicação em manequins de silicone ou material sintético, por exemplo. E nem mesmo em cadáveres conservados por meio de produtos químicos, como o formol que degenera o corpo, comprometendo a analogia com o indivíduo vivo, e, por conseguinte, o aperfeiçoamento das habilidades práticas.

Em contrapartida, a consistência dos órgãos, pele, sistemas e tecidos do cadáver congelado possibilita a aplicação de variadas técnicas, desde as mais simples, como sutura, até procedimentos mais invasivos. Assim, todo o conhecimento teórico materializa-se, consolidando o aprendizado e elevando a qualificação dos profissionais.

Para a médica Dra. Rejane Itaborahy, aluna da Pós-Graduação em Cosmiatria e Laser do Instituto Lapidare, o treinamento no cadáver representa a sedimentação do que está nos livros e dá maior segurança para aplicar nos pacientes. “Por este método conseguimos fixar melhor a posição dos vasos, dos músculos, de todas as particularidades da face. A visualização das estruturas forma uma memória na nossa mente. Para gravar é extremamente melhor e contribui muito na aplicação dos procedimentos e técnicas”.

O Instituto Lapidare é um dos únicos do Brasil a oferecer esta metodologia de ensino, o que possibilita que os alunos tornem-se profissionais ainda mais qualificados e que se diferenciarão na precisão e excelência dos procedimentos. Porque não basta a tecnologia evoluir, as técnicas serem aperfeiçoadas e a demanda dos clientes aumentar, é fundamental atualização e capacitação para oferecer os melhores recursos aos pacientes e para obter os mais belos e satisfatórios resultados.

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